Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Faculdade na Rússia

Imagem retirada daqui.

Queria escrever sobre a oportunidade que a Universidade Amizade dos Povos (RUDN), localizada em Moscou, está oferecendo, mas como as inscrições só podem ser feitas até amanhã (10 de Dezembro de 2010), vou deixar aqui o link pra notícia que saiu no G1.

Resumindo, a RUDN está oferecendo 20 vagas para graduação e mestrado em relações internacionais, direito internacional e gás e petróleo.

E o mais legal de tudo? Não é necessário falar russo nem inglês, já que, antes de você começar o curso, é necessário cursar a faculdade preparatória, onde ensinam os idiomas e, bem, como o próprio nome diz, te prepara para a universidade.

Mais um detalhe é que o ingresso não é através de vestibular, mas sim um processo de seleção em que é analisado o histórico escolar e o currículo do estudante, havendo também uma entrevista.

Fui pesquisar sobre o assunto e achei muuuuuita coisa interessante e esse é o motivo de eu indicar diretamente o site do G1 e da Aliança Russa aqui invés de eu mesma escrever sobre isso: não daria tempo de fazer tudo antes do dia 10. Mas quero deixar avisado que teremos mais informações sobre intercâmbio pra Rússia por aqui em breve!! ;)

Beijos,
Verônica

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Trabalhar em Navio

Esse assunto talvez seja interessante pra muita gente que tem a intenção de conhecer pessoas diferentes, lugares novos e, pra melhorar, ainda ganhar dinheiro com isso.

Não é de agora essa grande procura por trabalho em cruzeiros no Brasil. Desde que eles começaram a fazer mais sucesso por aqui - principalmente pela facilidade no pagamento - muitas pessoas já partiram para a busca de um sonho em comum: Viajar ganhando.

É um trabalho cansativo e pode chegar à 14h de serviço por dia e há uma série de regras que devem ser seguidas à risca, como, por exemplo, passear pelo navio somente trajado de uniforme. Não podemos esquecer também que o dormitório é uma pequena cabine, sempre dividida entre dois funcionários. As áreas de lazer não ficam disponíveis para todos os cargos, mesmo em sua hora de folga.

Como moro em uma cidade portuária, costumo ver muitos tripulantes andando por aí na época de cruzeiros (de Outubro até Março/Abril, geralmente). E a explicação é a seguinte: Quando o navio está atracado, alguns funcionários podem sair e passear. Mas não são todos! Que pode sair do navio é porque está de folga. Acredito que quem mais se aproveita desta situação são os vendedores, pois as lojas fecham sempre que o navio está atracado.

Já fiz vários cruzeiros e uma coisa é notável: eles trabalham mesmo! Dessas viagens, pude juntar alguns depoimentos, tanto positivos quanto negativos. Me lembro de uma moça que detestava trabalhar lá, porém não queria romper o contrato (que é de 6 meses, pelo menos). Ela era formada em Hotelaria e estava trabalhando como auxiliar de piscina e se indignava por, apesar de ter terceiro grau, ter que pegar batatinhas caídas no chão.

Já uma assistente de garçom estava muito feliz com o emprego. Tinha bastante tempo livre e conhecia vários lugares muito bonitos. Me recordo até hoje da felicidade enorme em que ela estava por ter aumentado seu contrato e ter a oportunidade de ir para a Europa.

Os requisitos mínimos são os mesmos: inglês intermediário e ter 18 anos. Há vagas em diversas áreas, como garçons, camareiros, recreadores, entre outros. Para algumas funções é necessário um terceiro idioma, formação acadêmica e experiência na área. Os salários variam muito entre os cargos. Começando por US$500,00 e chegando a mais de US$4.000!

Acho que outra exigência, pelo menos para os cargos que possuem relação com os turistas, é o bom humor e a simpatia. Pode-se notar que a maioria dos tripulantes aparentam sempre estar felizes. É impossivel saber se eles realmente estão alegres ou não, mas posso garantir que é desse jeito que um funcionário consegue "tips", as famosas gorjetas.

Para se candidatar, é necessário o contato com uma empresa (coloquei algumas no final do post) que recrute tripulação para transatlânticos. Após o contato, será marcada uma entrevista. Esteja preparado, pois ela é feita toda em inglês! Depois da aprovação, o futuro empregado deve tomar vacinas, fazer exames de saúde e, caso ainda não tenha, deve emitir alguns documentos, como o passaporte. Ainda há um treinamento antes de ingressar de vez...

Se compensa? Não sei. Provavelmente essa resposta tem relação com o modo de viver de cada um. Mas, no geral, é uma boa forma de conciliar viagens, culturas diferentes e obter renda.


Espero ter ajudado!!

Beijos,
Verônica

Todas as fotos utilizadas nesse post foram retiradas do site da MSC Cruzeiros.

sábado, 21 de março de 2009

Trabalho nos Estados Unidos: Impostos



Um dos programas mais procurados pelos jovens (maiores de 18 anos) é o intercâmbio de trabalho, justamente por unir viagem, cultura e trabalho remunerado. O interesse sobre o mesmo cresce sucessivamente, mas nem todos conhecem seus direitos quando trabalham no exterior. Por isso, esta entrevista é sobre impostos - somente dos Estados Unidos - e como funciona o procedimento de devolução. A interview foi feita com o Gustavo, um brasileiro que mora em Boston, Massachusetts há 9 anos e owner da empresa Refund To Go.

1. Como funciona o processo para a devolução do imposto?
Quando se trabalha aqui (Estados Unidos), no final do ano, ou no final da temporada de trabalho, a pessoa recebe um formulário chamado W-2, nele está resumido o quanto a pessoa ganhou durante o ano e o quanto ela pagou de imposto. Eu uso esses dados para montar a declaração, mas como o trabalhador temporário nao é considerado um residente permanente dos EUA, muitas vezes ele consegue reaver todo o valor pago.

2.Para onde é enviada a declaração?
Depende do estado em que você está. Tem estados que não exigem declaração, tem estado que exige. Mas em todos tem que preencher uma declaração federal, que é enviada para o IRS (Internal Revenue Service), departamento do tesouro americano. Por exemplo, eu, que moro em massachusetts, tenho que preencher uma federal (todos) e uma estadual (alguns estados). Quem mora na Flórida só preenche a federal, não precisa da estadual.

3. Depois de enviada a declaração, o que acontece?
Se você tiver dinheiro para receber de volta, eles enviam por correio (endereço brasileiro) ou pode haver depósito direto em conta bancária (só americana). Alguns bancos, como o HSBC, possuem agências no Brasil, possibilitando o depósito na HSBC dos Estados Unidos e o saque em agência brasileira.

4. Quanto tempo esse processo demora?
O processo todo, por correio, demora de 1 mês a 45 dias. Depósito em conta de 2 a 3 semanas.


O Gustavo ainda diz que:
• É obrigação do empregador entregar o formulário (W-2) preenchido para o empregado.
• A cada recebimento de cheque/salário (geralmente semanal ou quinzenal), o imposto já vem descontado. Por exemplo, você deveria receber $300 pela semana, mas recebeu apenas $270. Então já pagou $30 de imposto.
• Dica: O legal é, sempre que possível, ficar mais de 6 meses. Como residente você tem mais benefícios e, consequentemente, acaba podendo receber mais.
• Gastos com compras não ajudam muito, mas gastos relacionados ao trabalho, sim; passe de ônibus, taxi, metrô para ir pro trabalho, compra de uniforme, lavanderia, etc.
• Intercambistas que ficam menos de 6 meses são considerados não-residentes. Os que ficam mais, residentes. Essa informação difere as declarações.

Quem quiser tirar duvidas e/ou falar diretamente com o Gustavo, é só adicionar o Orkut da Refund To Go, enviar e-mail (refundtogo@hotmail.com) ou adicionar no MSN (guuu21@hotmail.com).


Até que trabalhar nos Estados Unidos parece ser um bom negócio, não?
Desculpem a demora, gente! Prometo que não vou enrolar para postar aqui novamente. hauhauhua

Beeeijos,
Verônica

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dicas da Gabi

Como prometido, aqui vão as dicas que a Gabi deu para o intercâmbio. Assim como a entrevista, elas também são beeeem interessantes!



Washington DC e Wax Museum NY



1. Gente, não deixem escapar uma oportunidade sequer de falar com alguém, de fazer uma atividade, de ir para lugares diferentes e de se entregar de vez na experiência.

2. Eu falava com minha família no Brasil uma vez a cada duas semanas, porque foi uma "regra" da minha mom, no começo eu não gostei, mas aceitei e depois vi que ela estava certa, quanto menos contato com o mundo no Brasil, melhor sua integração lá!

3. Tentem fazer algum esporte! Eu fiz softball, não sabia uma regra, mas fui aprendendo e no fim já tava no time principal. Isso me ajudou muito. Meus melhores amigos eram as meninas que jogavam comigo e os meninos do baseball. Se você não se dá bem em esportes entre pro teatro, ou para o grêmio... participem das atividades que são muitas nas escolas dos EUA!

4. Cuidado com relacionamentos lá, se você sai um dia com o menino/a ele/a já acha que está te namorando sério hahaha.

5. Sabe o School Bus?!? Nem é tão legal viu hahaha. Minha mom era a motorista e a gente demorava mil anos pra chegar na escola porque tem que parar em várias casas. Ele só é bonitinho!


The Big Piano NY

6. Vergonha é algo que não pode existir em um intercâmbio legal. Uma vez tive que falar na frente de 400 pessoas num microfone e eu tava quase chorando de nervoso mas eu fui, e depois me senti ótima e muitos vieram me elogiar (acho que pela coragem, porque o inglês ainda não tava aquelas coisas) e quando perguntavam coisas constrangedoras eu fingia que nem ligava e respondia mesmo... tipo: Você é virgem? Verdade que brasileira é boa de cama? Você sabe o que é 69? hahahaha bom... o resultado eram muitas risadas e mais amizades.

7. Outras perguntas que você que vai fazer intercâmbio terá que responder são as bem idiotas do gênero: No Brasil tem cachorro? Vocês usam roupas igual a gente? Você sabe o que é uma piscina? O Brasil é perto da Inglaterra? A capital do Brasil é o Rio né?.. É desse nível as dúvidas deles, quando se trata de fora da "América" deles, eles são bem ignorantes. Eu e uma amiga um pouco mais culta sempre enganavá-mos as pessoas; uma vez a professora de matemática acreditou que no Brasil cachorros e gatos não eram de estimação e sim a gente tinha fazenda pra criar eles e comer depois. E falamos pra outra menina que eu não usava roupas e sim folhas e só nas partes íntimas.
Foram momentos muito engraçados!

8. A última dica é sobre viagens. No fim do meu intercâmbio eu fiz um tour por Washington, Philladelphia e Nova York por uma agência especializada em eintercâmbistas nos EUA. Não sai muito caro e em uma semana voê conhece muitos lugares. Tem também para Hollywood, Hawaii, e muitos outros lugares. Vale a pena pois além de cultura você ganha mais amigos!
Bom..é isso aí! Façam intercâmbio e tenham os melhores dias de suas vidas!




Estátua da Liberdade



As fotos que ilustraram o post são da viagem que a Gabriele fez quando terminou o programa de High School. Espero que vocês tenham gostado, acho que dá pra aproveitar 100% de tudo que a Gabi falou, né? É isso aí, a próxima entrevista é pra quem vai trabalhar (talvez não devesse falar isso, era surpresa! hauhauhauha)
Beeeeeeijos,
Verônica.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Entrevista com Gabi (Host Family)

Lembram que eu tava devendo algo para vocês? Aqui está: Uma SUPER entrevista com a SUPER fofa da Gabriele, que não me matou quando eu enviei as perguntas e ainda respondeu na maior boa vontade! De bônus, ela enviou algumas dicas super úteis pra gente, mas só vou publicar no próximo post hahahahahahah! Espero que gostem, pois as respostas foram bem claras!




1. Qual foi a primeira impressão da sua host family? Eles te buscaram no aeroporto?
Bom.. primeiramente quando eu soube no e-mail que era um casal de idosos eu me assustei, eles tinham 67 anos; achei que não ia fazer nada legal e ia ter que ir no bingo e na missa todo dia! Mas quando eu cheguei no aeroporto minha host mom (Helen) e um fotógrafo do jornal da região estavam lá (ele tirou mil fotos minha no aeroporto, em casa, na escola e jogando softball mas usou só uma no jornal, aaa.. saiu uma materia minha no jornal de lá "um dia de uma intercambista" com UMA foto e uma entrevista, me achei um pouco hahaha) e logo de cara vi que ela era muuuuito gente boa. Na viagem do aeroporto pra casa eu conversei muito com eles, principalmente com a minha mom porque por ser a décima intercâmbista que era recebida lá ela sabia que tinha que falar devagar pra eu entender! E já no caminho eu passei por Pittsburgh (Pennsylvania - USA) que era a cidade grande próxima (minha cidade [Rural Valley] tinha aproximadamente 300 habitantes, na verdade era uma vila e eu estudava em outra vila [Elderton] que tinha umas 500 pessoas) e lá eu vi um dos maiores estadios de futebol americano dos EUA, um outro de beisebol e um de hóquei no gelo (nesse eu fui ver um jogo um dia,GO PENGUINS!), vi a fábrica do catchup Heinz e a fábrica da Hersheys; eu estava maravilhada! Ai começamos a ir para o interiorzão, que é onde eu fiquei; eu fiquei com medo de não ter nada pra fazer, mas acho que é o melhor lugar pra se fazer intercâmbio pois as pessoas são receptivas! Bom, ai quando cheguei em casa, eu conheci meu host dad (Buddy) ele é demais mas no começo eu não entendia uma palavra do que ele dizia além dos três poddles e do labrador! No geral a primeira impressão foi de conforto com um pequeno receio que foi inevitável!


2. Você levou e/ou recebeu algum presente?
Antes de viajar eu já havia entrado em contato com a família por internet e ligado uma vez, e eu perguntei se eles queriam alguma coisa especial do Brasil porque eles já haviam recebido uma brasileira antes, e eles pediram uns cremes da Natura que não tem lá, mas falaram que iam pagar, mas claro que chegando lá eu fiz questão de dar; levei também havaianas do Brasil, camiseta da minha cidade e chaveiros de pedras!
Quando eu cheguei minha mom me deu flores com um ursinho de pelúcia e um cartão (eles tem mania de cartão haha).


3. Como era sua casa? Se você tinha irmão: Dividia o quarto com ele?
Minha casa, como eu já disse, ficava no interiorzão bem no meio do nada; o vizinho mais próximo ficava uns cem metros de distância. Era uma casa simples mas que tinha de tudo! Eles eram um casal que moravam sozinhos, portanto não precisavam ter uma casa enorme!Ah..uma obs: a garagem era maior que a casa porque meu dad era mecânico e adorava motos, four wheleer (quadricículo) e carros!
Meu quarto era o único cômodo de cima, na verdade tinha três camas e eram dois ambientes, mas só eu ficava ali!
Sobre irmãos, eu tive experiências bem diferentes. A irmã que morava perto (Lynda) tinha quarenta e sete anos, e era uma pessoa engraçadíssima, uma companheirona, e já os outros dois filhos, uma de 40 e o outro de 35 eu vi apenas uma vez porque moravam em estados diferentes.
Agora, irmãs de verdade foram duas menininha lindas que ficaram lá um tempo!
Além de intercâmbistas, minha mom recebe Foster Kids, que são crianças que sofrem abusos sexuais, físicos ou mesmo mentais dos pais e são retirados de suas casas até que a situação se resolva, ou eles acabam adotados ou morando com outros parentes, e enquanto se resolve a situação eles precisam ficar em algum lugar, então minha mom recebe e cuida deles enquanto isso.
A primeira que veio se chamava Nicolle e era uma graça, ela foi abusada sexualmente pelo pai, um absurdo, mas ela ficou apenas oito dias em casa e dormia no quarto do meu lado, ela falava que me amava a todo minuto, era muito carente e eu entendia e dava bastante atençao pra ela! A segunda era a Zoe e eu fiquei completamente apaixonada por aquela menininha de três anos; a mãe e o padastro batiam muito forte nela porque ela fazia xixi na calça, nossa, deu um dó quando ela chegou toda roxa; ela chegou no começo de abril do ano passado e está lá até hoje, eu vim embora no fim de junho do ano passado. Os três meses que eu passei com ela foram incríveis, ela me chamava de mãe e a minha mom de grandma, eu amo muito ela e na hora da gente se despedir foi bem difícil. Mas o que interessa é que ela está bem agora!





4. Você tinha tarefas domésticas?
Minha únicas tarefas que minha mom já falou no primeiro dia que eu tinha que fazer eram lavar minhas roupas (que era muito pratico lá e nem precisava passar porque ia na secadora) e limpar meu quarto de quinze em quinze dias com aspirador e limpa móveis! Eles nem subiam no meu quarto porque falavam que aquele era meu canto e que eu podia deixar como eu quisesse, mas não sujo.
Eu também ajudava com a louça ás vezes e sempre prometia que ia cozinhar mas só um dia fiz brigadeiro hahaha!


5. Teve alguma briga ou desentendimento durante a sua estadia?
Por mais estranho que pareça, não tivemos NENHUMA briga ou desentendimento. Eles falaram que intercâmbistas brasileiros são os melhores porque as duas únicas que não deram problema fui eu e a outra brasileira.
Mas eu me esforçava para não me desentender com eles, já que eu estava na casa deles, eu que tinha que me adaptar á eles e não eles á mim, na minha opinião.


6. Na hora dos passeios, eles eram mais liberais? Tinha hora para chegar em casa?
Ao contrário do que eu pensei que seria, eles eram liberais até demais, mas acredito que foi porque eu passei uma certa confiança para eles já no começo. No primeiro mês eu saia mais com eles e conheci várias pessoas mais velhas, íamos em vários jantares e cook outs (tipo churrasco) e eu me divertia até. Mas quando eu comecei a fazer amigos, eu parei de sair mais com eles e ia pra casa dos meus amigos. Várias vezes eu saia sexta a tarde depois da escola com uma amiga, ficava prá lá e pra cá em festas o final de semana inteiro ou íamos esquiar e eu voltava só domingo a tarde. Não havia limite de horário contanto que eu avisasse onde eu estava e com quem. O que facilitava muito era o fato de todos meus amigos dirigirem, aí eu não dependia deles para me buscar e levar!
Essa liberdade toda foi uma grande surpresa pra mim! Nem meus pais daqui deixavam eu fazer isso!



7. Rolou alguma mentira? Qual (is)?
Eu raramente mentia. Só quando eu sabia que eles não gostavam da companhia que eu tava ou do lugar, eu apenas omitia o fato. Ás vezes eu falava que tinha trabalho em grupo da escola na casa de alguém e saia de carro com meus amigos pra outra cidade, mas nada muito grave. E também não contava tudo o que tinha nas festas que eu ia né haha! Da parte deles, eu descobri que minha mom falava com minha mãe por e-mail sobre mim sem eu saber, mas também não quetionei ela pra não criar problema porque não era nada demais, só falei com a minha mãe daqui.


8. Como foi na hora de voltar para casa? Tem saudades e/ou contato com eles ainda?
Na hora de voltar pra casa foi uma choradeira só!
Eu vi meu dad chorando pela primeira vez, minha host sister Lynda chorando de soluçar, minha mom também chorando mais discretamente e a minha lindinha Zoe não entendendo muito bem tudo aquilo!
No aeroporto fiquei chorando umas três horas sem parar. Nunca chorei tanto acho!
Eu morro de saudades de tudo e todos. Família, amigos, escola, professores, treinadores e principalmente da Zoe!
Chorei tanto quando eu cheguei aqui e minha mom me contou que ela ficou uma semana indo na minha cama e perguntando se eu ia voltar!
Mantenho contato por msn e e-mail com minha família e no myspace com os amigos. Nunca vou parar de falar com eles!
Sempre sonho que eu voltei, coisa que eu pretendo fazer um dia!


9. Por fim, qual é a sua opinião geral sobre a sua host family?
No geral, eu AMEI demais minha host family. Desde o primo do tio da sobrinha da minha mom até os quatro cachorros que tinha em casa. Não poderia ter sido melhor! Me orgulho de cada segundo que estive lá e quero voltar e rever todos o mais rápido possível!




Espero que vocês tenham gostado da entrevista com a Gabriele! Agora, vamos todos agradecer pela colaboração: "Obrigado(a), Gabi!!"
Próximo post: dicas pro intercâmbio pela Gabi \o/
Beijos,
Verônica

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...